Por que Preferir Bioestimuladores de Colágeno Sólidos aos Líquidos?

Por que Preferir Bioestimuladores de Colágeno Sólidos aos Líquidos?

Os bioestimuladores de colágeno se tornaram indispensáveis na rotina de profissionais de estética facial e corporal. Com a crescente busca por resultados naturais e seguros, compreender as diferenças entre as versões sólidas, como os fios de PDO, e as versões líquidas, como ácido poli-L-láctico ou hidroxiapatita de cálcio, é essencial para uma indicação clínica precisa e responsável.

Estudos e análises de especialistas destacam que cada tipo de bioestimulador apresenta características específicas, vantagens e limitações, exigindo escolhas assertivas conforme a anatomia, objetivo terapêutico e segurança do paciente.

Bioestimuladores de Colágeno Sólidos: Fios de PDO

Os fios de PDO atuam como bioestimuladores de colágeno sólidos ao serem inseridos na derme ou subderme. Eles promovem estímulo mecânico e bioquímico contínuo sobre os fibroblastos, levando à produção de colágeno e à melhora significativa da firmeza da pele.

Principais Vantagens dos Fios de PDO

  • Zero risco de volumização
    Diferente de bioestimuladores líquidos, os fios de PDO não aumentam volume, apenas estimulam colágeno.
  • Ação localizada e precisa
    O profissional controla exatamente onde o estímulo ocorrerá, reduzindo variações nos resultados.
  • Menor dependência do paciente
    Não exige massagens domiciliares, o que aumenta previsibilidade clínica.
  • Versatilidade de aplicação
    Podem ser aplicados em diversas áreas faciais e corporais, sendo ideais para regiões onde volume é indesejado.
  • Redução de intercorrências
    Por serem sólidos e posicionados manualmente, apresentam menor risco comparado aos líquidos.

Essas características fazem dos fios de PDO uma opção altamente segura em clínicas estéticas onde a demanda por resultados naturais é crescente e sem downtime¹.

¹ Downtime: intervalo entre o procedimento e o momento em que o paciente pode retomar normalmente suas atividades sociais e profissionais.

Bioestimuladores de Colágeno Líquidos

Os bioestimuladores líquidos como ácido poli-L-láctico e hidroxiapatita de cálcio, também estimulam fibroblastos, porém de forma mais difusa e dependente da resposta individual do paciente.

Limitações e Riscos Comuns

  • Possibilidade de volumização indesejada
    Esses produtos podem gerar efeito de preenchimento, o que é contraindicado em regiões como o terço médio já pesado, submalar ou áreas de tecido mais fino.
  • Dependência de cuidados domiciliares
    O paciente deve realizar massagens periódicas para evitar nódulos e garantir a correta distribuição do produto.
  • Intercorrências mais frequentes
    Granulomas, nódulos e assimetrias são relatados quando há acúmulo ou distribuição irregular do produto.
  • Restrição de áreas de aplicação
    Não são indicados para qualquer região anatômica, diferentemente dos fios de PDO.  

Assim, apesar de eficazes, os bioestimuladores líquidos exigem conhecimento técnico avançado e pacientes altamente comprometidos com o pós‑procedimento.

Qual Bioestimulador de Colágeno Escolher?

Profissionais relatam que, dependendo do plano de tratamento estético, a escolha correta entre os dois tipos de bioestimuladores de colágeno pode otimizar o resultado e reduzir drasticamente riscos.

Tabela Comparativa

CritérioFios de PDO (sólidos)Bioestimuladores líquidos
Risco de volumizaçãoNenhumModerado a alto
PrevisibilidadeAltaVariável
Cuidados domiciliaresNão exigeMassagens obrigatórias
IntercorrênciasBaixaModerada
Versatilidade de áreasAltaLimitada
SegurançaElevadaDependente da técnica

Por que Priorizar Bioestimuladores de Colágeno Sólidos?

Para profissionais de saúde estética que buscam segurança, previsibilidade e naturalidade, os bioestimuladores de colágeno sólidos, como os fios de PDO, destacam-se como a melhor opção em grande parte das indicações.

Eles oferecem:

  • mais controle clínico,
  • menor risco de intercorrências,
  • ausência de volumização,
  • maior versatilidade anatômica,
  • menor dependência do paciente.

Já os bioestimuladores de colágeno líquidos, embora eficientes, são mais sensíveis à técnica, ao pós‑procedimento e ao perfil anatômico do paciente.

Em cidades do Brasil, onde o público busca resultados mais naturais e seguros, os fios de PDO tornam-se uma solução mais estratégica para profissionais da área.
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